Amanda Lemos Desiste de Luta no UFC Vegas 112: Impactos e Consequências para o Evento e a Categoria Peso Palha
No mundo das artes marciais mistas (MMA), a possibilidade de cancelamentos de lutas de última hora é uma realidade que frequentemente afeta tanto os lutadores quanto os fãs. Neste contexto, a desistência da lutadora brasileira Amanda Lemos em relação à sua luta contra a canadense Gillian Robertson, marcada para o UFC Vegas 112, foi um dos acontecimentos mais impactantes nos últimos dias. O anuncio dessa desistência foi inicialmente divulgado pelo jornalista David Van Auken, gerando uma onda de reações e especulações no cenário do UFC.
Uma Desistência Prejudicial
A desistência de Amanda Lemos aconteceu poucas horas antes da entrada das atletas no octógono do UFC APEX, em Las Vegas, Nevada, o que configura um verdadeiro golpe para a competição. Lemos é uma lutadora previamente classificada como desafiante ao título da categoria peso palha, e sua participação neste evento era aguardada com expectativa tanto por fãs quanto pela mídia. A atleta alegou problemas médicos como a razão para sua saída, uma situação que levanta preocupações sobre o estado de saúde e preparação dos lutadores em um circuito tão competitivo.
Gillian Robertson, por sua vez, enfrentou a frustração de não poder competir em um evento que poderia ter sido significativo para sua carreira. Normalmente conhecida por sua intensidade e habilidade no grappling, Robertson estava ansiosa por uma oportunidade de demonstrar suas capacidades e, potencialmente, conquistar uma vitória valiosa sobre uma oponente de renome como Amanda Lemos. Além do impacto na carreira, esse imprevisto resulta também em uma pausa forçada em seu ímpeto competitivo. Em 2024, Robertson já havia atuação em três lutas e até mesmo em uma luta de grappling, mas diante dessa nova situação, agora terminará 2025 com apenas uma luta, o que pode retardar sua busca pela oportunidade de lutar pelo título da categoria.
O Panorama do UFC Peso Palha
Este evento é especialmente relevante para a divisão peso palha do UFC, que é uma das categorias mais concorridas e dinâmicas da organização. A categoria é conhecida por suas lutadoras talentosas e competitivas, que frequentemente trocam de posição no ranking. A desistência de Lemos deixa um vazio que outras lutadoras podem tentar preencher em termos de contenda por uma oportunidade no título. Ao longo dos últimos meses, o ranking tem passado por oscilações, e essa desistência pode impactar diretamente a posição das lutadoras na busca por uma chance ao cinturão.
Amanda Lemos, ao longo de 2025, terminou seu ano com um recorde misto: uma vitória contra Iasmin Lucindo e uma derrota para Tatiana Suarez. Essa última luta foi uma decisão difícil e, ao que parece, se tornou um divisor de águas na sua carreira, uma vez que sua única tentativa de conquistar um novo título foi frustrada. O que se esperava como um recomeço em sua trajetória, agora se transforma também em uma oportunidade perdida que pode dificultar o retorno de Lemos aos holofotes do MMA.
O Continuar do UFC Vegas 112
Apesar do cancelamento da luta de Lemos, o UFC Vegas 112 ainda programou um card recheado de lutas interessantes, totalizando 12 combates que prometem agitar a noite do dia 13 de dezembro. Martins e fãs ainda vão poder acompanhar confrontos emocionantes, que incluem:
- Brandon Royval x Manel Cape
- Giga Chikadze x Kevin Vallejos
- Cesar Almeida x Cezary Oleksiejczuk
- Morgan Charrière x Melquizael Costa
- Kennedy Nzechukwu vs. Marcus Buchecha
- King Green x Lance Gibson Jr.
- Joanderson Brito vs. Isaac Thompson
- Neil Magny x Yaroslav Amosov
- Sean Sharaf x Steven Asplund
- Luana Santos vs. Melissa Croden
- AJ Frye x Guilherme Pat
- Tereza Bleda x Waste-Lyn Horth
Cada um desses embates tem o potencial de impactar rankings e trajetórias, afetando o futuro de cada lutador envolvido. Por exemplo, a luta entre Neil Magny e Yaroslav Amosov terá altas expectativas, já que Magny é um veterano respeitado, enquanto Amosov traz uma taxa de finalização impressionante.
O Futuro de Amanda Lemos e Gillian Robertson
Com a suspensão de sua luta, Amanda Lemos e Gillian Robertson verão suas trajetórias tomar novos rumos. Para a lutadora brasileira, a recuperação de sua saúde e preparação para futuras oportunidades será crucial. Aqueles que acompanham a carreira de Lemos sabem que sua determinação é uma das suas maiores características, e a frustração dessa desistência pode se tornar um combustível para seu retorno triunfante.
Por outro lado, Gillian Robertson, que neste momento se vê sem a luta e a possibilidade de mostrar seu potencial, terá que trabalhar ainda mais para garantir que 2026 seja um ano melhor. Sua capacidade de adaptação e resiliência no ringue também será testada neste período de inatividade inesperada. Para atletas como ela, que vivem e respiram a competição, essa pausa pode se revelar desafiadora, mas também uma oportunidade de recalibrar e se preparar para a próxima fase da carreira.
Conclusão
A desistência de Amanda Lemos no UFC Vegas 112 não apenas muda os planos do evento, mas também provoca uma série de reflexões sobre os desafios enfrentados por atletas na busca por reconhecimento e oportunidades em um dos esportes mais exigentes do mundo. A saúde dos lutadores deve sempre ser a prioridade, e mesmo em momentos de incerteza, a expectativa é de que tanto Lemos quanto Robertson possam encontrar o caminho de volta ao octógono, onde podem demonstrar todo seu talento e dedicação.
À medida que o UFC e os fãs aguardam a realização do UFC Vegas 112, todos os olhos estarão voltados para o desempenho dos lutadores em um card que, apesar das adversidades, promete continuar a oferecer lutas de alto nível e emoção à comunidade de MMA.


